#Telefonia móvel: É hora de acabar com as altas tarifas e os serviços precários

Como já venho afirmando, a telefonia no Brasil é sem dúvida a campeã em reclamações e insatisfação dos consumidores. As operadoras faltam com respeito com os clientes, além da falta de sinal, preços abusivos, quando o cliente reclama, é obrigado a passar por procedimentos desrespeitosos, em que durante vários minutos é obrigado a ouvir um inacabável menu, e na maioria dos casos quando finalmente consegue falar com um atendente, ou cai a ligação, ou o funcionário é mal educado, ou ainda o cliente é repassado a outro atendente. É hora disso acabar!
Tendo em vista as inúmeras reclamações dos consumidores é que desde que assumi meu cargo na Câmara Federal, venho pesquisando e elaborando a instalação de uma CPI junto ao Congresso Nacional. Elaborei uma cartilha informativa, com dados e uma completa pesquisa sobre a telefonia móvel, e estou, até o presente momento, com 162 assinaturas para finalmente concretizar esta Comissão Parlamentar de Inquérito.

De acordo com o Ministério da Justiça, Claro está na frente no número de reclamações

De acordo com o Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor (Sindec), do Ministério da Justiça, que consolida dados de 24 Procons estaduais e mais 146 Procons municipais, as empresas operadoras de telefonia celular foram as campeãs brasileiras de reclamações no primeiro semestre.

Entre 1º de janeiro e 30 de junho de 2012, foram registradas pelo sistema 861.218 demandas. Dessas, 78.604 (9,13%) foram relativas às operadoras. O número supera o volume de reclamações contra operadoras de cartão de crédito, bancos e telefonia fixa, entre outros setores também demandados pelo consumidor.

Segundo o Ministério da Justiça, as três principais reclamações são cobrança indevida/abusiva e dúvidas sobre cobrança/valor/reajuste (54,98% dos registros); rescisão e alteração unilateral dos contratos (11,28%); além de ‘serviço não fornecido e vícios de qualidade’ (6,94%).

Entre as empresas, a Claro é a campeã de reclamações: 26.376 demandas nos Procons (37,56%) do total. Em segundo lugar fica a Vivo (15,19%); seguida pela TIM (14,55%) e pela OI (14,44%).

Neste momento, o superintendente de Serviços Privados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Bruno Ramos, está reunido com representantes da operadora Claro. Está é a primeira reunião após a suspensão da venda de serviços da empresa em três estados — São Paulo, Sergipe e Santa Catarina.

Nesta quarta-feira, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) determinou que fossem suspensas as vendas das operadoras Tim, Oi e Claro. Para voltar a vender os serviços suspensos, as operadoras terão que elaborar um plano de ação de investimento e de qualidade de serviços.

Fonte: Zero Hora

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