Com incentivo do #Governo #Telefônicas poderão operar no sistema financeiro

Será que as operadoras no Brasil tem um histórico de confiabilidade para serem tutoras do dinheiro do cidadão brasileiro?
Será que um sistema com tantos problemas de sinal tem confiabilidade técnica para operar sistemas financeiros?
Existe um a avaliação do ministério quanto a confiabilidade das operadoras e do sistema ou mais uma vez o consumidor vai arcar com todos os riscos e as operadoras ficar com todos os lucros?

O Brasil ocupa uma das piores posições em desenvolvimento tecnológico do mundo, a 93ª posição na tabela mostra que o atraso é gigantesco, segundo estudo da União Internacional de Telecomunicações (UIT) o Brasil ainda deixa a desejar na relação entre as tarifas de telefonia, acesso à internet e a renda da população.

O sistema operacional de internet 3G  não mostrou eficiência, e o sistema 4G está longe de atingir cobertura total no país, de que forma a telefonia deverá operar no  sistema financeiro? Com que eficiência? Com qual sistema 3G ou 4G?

 

Projeto de lei transformará celulares em “carteira eletrônica”

 

O governo federal anunciou nesta segunda-feira (29), em Porto Alegre, um projeto de lei que regulamenta o uso de telefones celulares para efetuar pagamentos. Segundo o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, a medida tem por objetivo simplificar transações e realizar inclusão financeira, transformando os telefones móveis em carteiras.

 

“Nós precisamos reduzir os custos. Há um volume significativo de pessoas que recebe seus salários em dinheiro exclusivamente. (…) Nós não vamos acabar com o dinheiro, mas queremos dar uma opção que é mais tranquila e segura. Em vez de a pessoa ir no banco e receber o dinheiro e depois ir pagando, ele pode receber pelo celular e fazeres pagamentos”, disse o ministro, após participar do Fórum sobre Inclusão Financeira realizado pelo Banco Central em Porto Alegre.
O projeto deverá ser enviado ao Congresso ainda este ano como medida legislativa após ser apresentado à presidente Dilma Rousseff. A urgência da aprovação da matéria terá de ser negociada com parlamentares.
O sistema de pagamentos via celular funcionará de forma similar aos cartões telefone pré-pago “As operadoras poderão receber dinheiro do usuário, a pessoa pode comprar um crédito e sair realizando pagamentos. Ao invés de só usar para telefonia, você pode fazer seus pagamentos. Por exemplo, se você tem um jardineiro, você pode pagar ele pelo celular e ele usar aquele crédito em um mercadinho”, explicou. “O celular vai ser uma carteira eletrônica”, resumiu.
Para redigir o projeto, o governo dialogou com bancos, operadoras de cartão e de celular. Até mesmo seguradoras poderão ser conveniadas ao sistema. “O celular vai ser um meio de pagamento. Ele vai ser uma carteira. A pessoa anda com o crédito ou lança em sua conta bancária”, disse. “Nós queremos que seja tão simples como mandar um SMS”, afirmou.
Bernardo prevê uma redução de tarifas bancárias com o projeto. “Esse sistema vai forçar uma diminuição das tarifas, seja nos bancos seja nos cartões. Porque ele é seguro, é rápido, vai baixar o custo”, disse.

 

fonte: JORNAL DO BRASIL

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Anatel apresenta plano que deverá estimular competição no setor de telefonia

Concorrência – Nesta quinta feira (01) vamos conhecer novo plano da Anatel que estimula competitividade na telefonia

O plano de concorrência irá tratar sobre o compartilhamento de antenas, o que poderá gerar competição no setor, só se for pela falta espaço. Acredito que o compartilhamento de antenas deve ser uma ação favorável, principalmente para o meio ambiente.
O aumento do numero de pontos de internet certamente trará maiores possibilidades para os consumidores, atualmente, nem mesmo em Porto Alegre, capital do Estado, o consumidor tem a opção de escolher, as principais empresas de internet não atuam em todos os bairros, não gerando conflito e não gerando opção para quem precisa de internet, o mesmo ocorre com a TV por assinatura.
Mas nenhuma proposta de redução de custos está sendo comentada.

E em qual parte do acordo será tratado sobre a queda das tarifas da telefonia celular para aumentar a competitividade do setor?

 

Regras de competição para telefonia devem ser votadas esta semana

O conselho diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) deverá votar, na próxima quinta-feira (1º), o Plano Geral de Metas de Competição (PGMC), que vai definir regras para estimular a concorrência entre as empresas do setor. Entre as determinações do plano está o compartilhamento de infraestrutura entre as operadoras.
A proposta inicial, que foi colocada em consulta pública em julho do ano passado, prevê regras diferenciadas para grandes e pequenas empresas do setor. Com a aprovação do PGMC, as empresas também deverão ser obrigadas a aumentar o número de pontos de troca de tráfego para internet dos atuais 16 para 67. Segundo a Anatel, isso deverá promover uma redução real do custo de oferta de banda larga no Brasil.
Na área de TV por assinatura, o plano prevê que os usuários poderão comprar seus próprios decodificadores no varejo e solicitar que uma empresa faça a ligação do serviço.
A proposta será apresentada pelo conselheiro Marcelo Bechara, relator da matéria.

 

fonte: JORNAL DO BRASIL

Brasileiro também quer qualidade – Telefonia está entre os piores serviços oferecidos no país

A relação Custo X Benefício sai caro para os brasileiros. Estão todos cansados de pagar caro por um serviço que não atinge as expectativas e quando o usuário mais precisa fica na mão.

Não é justo com o consumidor, chega de ficar esperando: CPI das teles Já!

 

Telefonia móvel entre as mais reclamadas
Transtornos mais corriqueiros vão desde refazer a ligação para concretizar chamada a atendimento precário

Os mais jovens não imaginam como era a vida sem celular. Não conseguem. Tamanha é a utilidade e a gama de serviços contidos nesse aparelho, que cabe no bolso. Contudo, se por um lado os mais velhos não tinham acesso a essa tecnologia, por outro, também estavam livres de aborrecimentos inerentes apenas às gerações atuais. O serviço de telefonia celular está entre os mais reclamados do Estado do Ceará e também do Brasil.
Preço para utilizar a tecnologia que outras gerações não tiveram acesso é muito elevado devido ao número crescente de aborrecimentos.

Para se ter uma ideia de como as operadoras de telefonia desse setor, de uma forma geral, têm deixado a desejar; de acordo com o site Reclame Aqui, nos últimos 30 dias, três das quatro empresas mais citadas nas reclamações no mercado brasileiro são do segmento de telefonia móvel. Até ontem (23 de outubro), a TIM liderava com 2.984 notificações no site. Claro tinha 2,4 mil e OI com 2.110 ocorrências. A outra empresa que aparece entre as quatro mais contestadas pelos consumidores é da área de TV por assinatura.

Problemas mais frequentes

Muitos são os relatos descritos no Reclame Aqui com referência às empresas de telefonia celular, nas redes sociais e nos órgãos de defesa do consumidor.

Os principais deles são sinal ruim; dificuldades em fazer ligações, tendo que repetir a operação para concretizar as chamadas; serviço de mensagem com retardo no recebimento, ligações erradas sem motivos; lentidão da internet 3G; créditos debitados erroneamente; cobrança indevida; recarga feita e não computada; atendimento ao cliente precário, dentre outros que poderiam preencher todo o restante dessa reportagem.

Cada problema desse, por menor que possa parecer, gera aborrecimentos e, algumas vezes, prejuízos financeiros, além de, principalmente, a sensação de que não está o cliente não está sendo atendido a contento. Preço muito alto para se ter à disposição essa tecnologia avançada. Reflexo do impulso do mercado no Brasil que requer mais investimentos por parte das empresas do setor.

O que elas dizem

Quanto ao aumento das reclamações nos últimos dias, as operadoras se defendem e tentam mostrar que estão buscando constantemente melhorias para atender o público cearense.

Em nota, a Claro informa que não registrou nenhuma anormalidade na sua rede no Estado nas últimas semanas. “A Claro destaca ainda que o Ceará é um estado muito importante para a operadora, que realiza investimentos constantes em cobertura e em infraestrutura na região”, afirma a empresa.

A TIM afirma que vem realizando fortes investimentos com o objetivo de atingir a máxima satisfação dos seus clientes no Ceará. “No triênio 2012-2014, a companhia prevê o investimento de R$ 172 milhões no Estado, somente em infraestrutura, tendo em vista o crescimento da demanda de clientes e, consequentemente, de tráfego de voz e dados”. A empresa diz que “o Ceará receberá cerca 500 quilômetros de fibra óptica até 2013, completando a rede metropolitana de Fortaleza e atendendo a cidades do interior cearense. Ao final deste ano, a TIM espera ter modernizado cerca de 70% de todas as ERBs que possui no Ceará”, conta, em nota.

A OI assinala que investe R$ 180 milhões no Ceará neste ano. O valor representa um aumento de praticamente 50% em relação aos R$ 121 milhões que foram investidos pela companhia em 2011. “A previsão é de que até o final de 2012 mais 144 sites de telefonia móvel 2G e 3G sejam instalados no Estado”.

fonte: DIÁRIO NORDESTE

Teles terão mais uma anistia do Governo – Redução de R$ 7 bi em impostos

Que tipo de chantagem esta acontecendo? Por que é tão difícil fazer qualquer acordo com as operadoras de celular?

Por que o governo não exita em dar as operadoras mais benefícios?

Por que, pelo menos uma vez, não beneficia o consumidor brasileiro?

Com a CPI das Teles será possível investigar, mas o governo não está permitindo a instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito que irá investigar as operadoras de celular!

 

Teles terão desoneração de R$ 7 bilhões para investir em infraestrutura

 
O governo brasileiro está abrindo mão de R$ 7 bilhões em tributos federais nos próximos quatro anos, desde que as teles não diminuam seu nível de investimento no país, comprometendo a qualidade do serviço.
Para isso, o Ministério das Comunicações está prestes a concluir a regulamentação da lei que instituiu o pacote de isenções, em setembro.
Nos últimos anos, operadoras fixas e móveis têm investido, em média, 10% de sua receita bruta na ampliação e na manutenção das redes.
A Folha apurou com o governo e com as operadoras que a previsão era de uma queda para algo entre 6% e 7% da receita neste ano.
Isso porque as maiores operadoras –particularmente a Vivo e a TIM– têm de melhorar a rentabilidade para enviar mais divisas às matrizes, que enfrentam o agravamento da crise na Europa.
A Vivo é controlada pela espanhola Telefónica, e a TIM, pela Telecom Italia.
A Oi tem como um dos sócios controladores a Portugal Telecom, que também enfrenta problemas decorrentes da crise.
O pacote de isenções inclui PIS, Cofins e IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para equipamentos e serviços destinados à construção de redes de fibra óptica (banda larga).
Os smartphones também foram contemplados e passam a usufruir de benefícios. Antes só a indústria de computadores tinha incentivos.
Em troca da desoneração, o governo espera que as teles antecipem investimentos que seriam feitos após 2016.
Cálculos do Ministério das Comunicações indicam que, somente nas redes de fibra óptica, as teles poderiam antecipar R$ 18 bilhões.
Em 2011, fixas e móveis desembolsaram R$ 21 bilhões na manutenção de expansão de suas redes. No primeiro semestre deste ano, foram R$ 10 bilhões, segundo o Sinditelebrasil, associação que representa o setor.
A estimativa inicial do setor era fechar 2012 com R$ 26 bilhões em investimentos, o que seria um recorde caso fosse concretizado.
O governo acha pouco, especialmente porque tem como referência os investimentos feitos em redes de comunicação pelas estatais. Também considera as reclamações por falta de qualidade dos consumidores.
Para manter seu plano de expansão da internet no país e evitar um cenário pior, o governo acelerou o pacote.
“Apesar da situação lá fora, as medidas tentam obrigar as teles a investir mais aqui”, afirma José Gontijo, diretor do departamento de indústria, ciência e tecnologia da secretaria de telecomunicações do Ministério das Comunicações.

 

CAPITAL ESTRESSADO
A Folha apurou que, embora algumas operadoras já planejem antecipar os recursos, o investimento será menor que os R$ 18 bilhões esperados pelo governo.
As teles dizem que a situação é dramática. Reclamam da iniciativa do governo de implantar o 4G, que consumiu quase R$ 3 bilhões na aquisição de licenças e outros R$ 4 bilhões nos primeiros dois anos. Isso sem terem ainda amortizado o 3G.
Um dos diretores disse que “capital intensivo tem limite” e não dá para ser “estressado” o tempo todo.
As teles também reclamam da queda de rentabilidade e das exigências crescentes de investimento devido ao aumento do tráfego de dados.
Elas dizem ainda que existe tratamento diferenciado dado ao Google, à Apple e à Netflix. Esses provedores de conteúdo exigem cada vez mais das redes, faturam fortunas e não remuneram as teles adequadamente. Esse modelo de subsídio precisa ser revisto, caso contrário, as teles podem ir à falência.
“O custo do capital já é inferior ao retorno”, disse Otávio Marques de Azevedo, presidente da Andrade Gutierrez Telecom, uma das controladoras da Oi. “Nesse ritmo, não teremos mais como investir em cinco anos.”

 

Fonte: FOLHA DE SÃO PAULO

História da Telefonia Celular no Brasil é contada através de Desenho Animado

Gibi conta história da telefonia no Brasil 

Tarifa nas Estrelas é uma publicação do Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé. A história em quadrinhos relata o drama dos brasileiros com a dificuldade de uso de seu aparelho de celular e a dificuldade de inclusão digital enfrentada pela pais que tem o sexto mais PIB do mundo.

A história conta o drama dos personagens que vieram do futuro e ficaram sem créditos no celular para contatar a nave que os levaria de volta a seu tempo. A sátira é contada com exemplos da história da telefonia no país.

Demonstrando a insatisfação de praticamente todos os brasileiros, o GIBI é muito explicativo e faz graça com os usuários, a péssima qualidade do serviço e as tarifas abusivas.

O material faz alusão a CPI e a necessidade da existência de uma investigação que irá mostra que as cobranças são ilegais e abusivas. E chama a atenção dos brasileiros para cada um fazer a sua parte.

Acesse o site http://www.cpidasmoveis.org no link GIBI e boa leitura!

#Celular: O campeão de reclamações no Procon é o quarto mercado que mais lucra no Brasil

Brasil é o quarto maior mercado de telecomunicações

O Brasil tem quase 260 milhões de linhas celulares. O país é o quarto maior mercado de telecomunicações do mundo, mas o serviço de telefonia móvel são os maiores alvos de reclamação dos consumidores.
Insatisfeita com a sua operadora de celular Michelle Fugimoto – analista de vendas, resolveu contratar uma nova empresa, mas algumas contas da antiga empresa, inclusive de produtos que ela não contratou, passaram a ser cobrados mesmo após a portabilidade. Quase 4 meses depois o problema continua “eu passei na operadora, na loja, e o atendente disse que eu deveria procurar o Procon por que eles não poderiam me ajudar” afirma a cliente.
No primeiro semestre deste ano as operadoras ocuparam o quarto lugar no ranking de reclamações do Procon de São Paulo, o maior do país, o numero de queixas cresceu 30% em relação ao mesmo período do ano passado.
A consumidora Aline Andrade – estudante, enfatiza: “já chegue a ficar quase um mês pra resolver problema com telefonia, pra trocar numero e recuperar”. Diego Santana – analista contábil – argumenta que “o maior problema de todos é a demora no atendimento e a queda de linhas”.
Mesmo com tantas falhas, o faturamento da telefonia do Brasil é um dos maiores do mundo. O país é o quarto mercado mundial, segundo um relatório recente da União Internacional das Telecomunicações (UIT). O levantamento mostra que a receita das empresas em 2009 passou de 78 milhões de dólares o que corresponde a quase 160 milhões de reais hoje.
As falhas no serviço fizeram a Anatel (Agência Nacional de Comunicações) suspender por um , em julho, a venda de chips de três operadoras. A Anatel deu prazo até novembro para as empresas melhorarem o atendimento às queixas dos clientes.
O Procon (SP) aconselha os consumidores a reclamar com as operadoras pelo telefone, utilizando o serviço de atendimento ao consumidor. É importante também registrar o numero do protocolo e em caso de problema não resolvido solicitar a cópia da gravação do atendimento. O Procon (SP) diz que é necessário que haja uma pressão pública e dos órgãos de defesa do consumidor para que as empresas de telefonia adotem um política de melhor atendimento aos consumidores.

fonte:

Telefônicas terão que entregar 20% e não apenas 10% da banda larga que o cliente paga

Pelos menos 20%!
Com essa afirmação parece que um favor ao consumidor está sendo feito! Isso é uma vergonha, roubalheira descarada. 20% do serviço é o que temos direito? E o resto?

O Consumidor tem o direito de pelo menos ser informado do que está comprando!

 

 

Empresas de telefonia terão que entregar 20% da velocidade contratada

A partir de novembro, as teles deverão entregar, pelo menos, 20% da velocidade contratada em 95% das vezes que o cliente acessar a internet. A média praticada é de 10%.
Por mês, a média deverá ser de 60%. As empresas deverão ter em seus sites medidores da qualidade de conexão.
Claro e Oi já possuem consulta do consumo das franquias de dados no site. A Vivo informa por SMS. A Tim não possui o serviço, segundo o Idec.

fonte: FOLHA DE SÃO PAULO

Telefônicas violam o Código de Defesa do Consumidor e enganam clientes

Ludibriar o consumidor parece ser a principal estratégia para as lucrativas telefônicas que operam no Brasil. Enganar, esconder, mentir, cobrar a mais e muitas vezes ilegalmente fazem das telefônicas as empresas que mais conquistam insatisfeitos em nosso país. Mesmo assim, em um esquema de quase chantagem do mercado, somos obrigados a contratar os serviços ou ficamos incomunicáveis, e isolados do mundo. Isto tem que mudar. CPI das Teles JÁ!

Os pacotes oferecidos pelas operadoras são mentirosos e induzem o consumidor a comprar um serviço que não existe. Planos ilimitados de tempo não possuem Mbps suficientes para navegar o mês todo como o cliente acredita que poderá navegar quando adquire o plano. Isto tem que mudar. CPI das Teles JÁ!
Teles escondem restrições de planos 3G
Pacotes de banda larga limitada para celulares e modems vendidos como ilimitados, omissão de quedas drásticas na velocidade e falta de menção às restrições no uso da internet.
Essas informações “camufladas” foram os principais problemas apontados por um levantamento do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) cedido à Folha.


Foram analisadas as informações mostradas por Tim, Oi, Claro e Vivo nos sites e SACs de sete Estados e comparadas às dos contratos que ditam a relação de consumo.
Segundo o Idec, com a prática, as teles violam de uma tacada só o Código de Defesa do Consumidor (CDC) e as regras da Agência Nacional das Telecomunicações (Anatel).


Além das infrações, a defasagem de informação impede o consumidor de controlar gastos e de comparar preços entre operadoras.
Nos sites, os problemas são: condições de uso dos pacotes escondidas e informações que levam o consumidor a pensar que não possuem limite de navegação.
Excluindo o da Vivo, os sites das operadoras não mencionam na mesma página da oferta que a velocidade cai, em média, para 6% do estabelecido contrato quando o consumidor ultrapassa o limite do seu pacote de dados.
Um cliente da Vivo que possui o plano de 20 MB e excede essa franquia tem a velocidade de até 1 Mbps (megabit por segundo ou 1.024 Kbps) reduzida para 50 Kbps.


slogans como o “Navegue à vontade”, da Tim, podem induzir o consumidor ao erro, pois a navegação não é ilimitada, o que pode ser caracterizado como propaganda enganosa, diz a advogada do Idec Veridiana Alimonti.
No SAC, à exceção da Tim, o problema é a divergência entre as informações dadas por atendentes e as do site.
Ora omitiam que a velocidade oscila e cai ao fim da franquia, ora não citavam que o pacote é limitado.
Alguns atendentes chegaram a orientar pesquisadores do Idec a procurar uma loja para se informar melhor.
“O consumidor não pode ir a todas as lojas para comparar preço”, diz Alimonti.
No caso da Vivo, a falta de informação pode gerar receita. Quando atinge o limite de dados, o cliente navega pagando um preço adicional.


Nos contratos, o problema são cláusulas que eximem as teles de prestar conta caso o cliente reclame das baixas velocidades ao considerar que sabem que variam. Isso viola o CDC, segundo o Idec.
Claro e Oi trazem ainda restrições de uso, não ditos em SACs e sites, a serviços de vídeos em tempo real, transferência de arquivos e de voz sobre IP (como o Skype). Esta última prática foi vetada pela Anatel no ano passado.

 
OUTRO LADO
Questionadas a respeito da falta de informações sobre restrições de planos 3G, as teles afirmaram investir no treinamento de atendentes e na infraestrutura de rede.
Para a Oi, apesar de a velocidade cair após o cliente esgotar a franquia de dados, o plano é ilimitado, pois o uso da internet não é bloqueado.
Além de questionar o método de coleta de informações do Idec, a Tim afirmou que os problemas no SAC foram falhas pontuais de operadores e já reforça o treinamento.
A tele afirma não haver violação ao Código de Defesa do Consumidor, pois a oscilação da velocidade é “incontornável” na banda larga móvel.
A Claro diz que vai avaliar o SAC, o site e os contratos para tomar medidas cabíveis.
Para a Vivo, os contratos respeitam a lei e as normas da Anatel. A tele diz que, embora não existam regras sobre o conteúdo, seu site possui informações para o consumidor tirar quaisquer dúvidas.
Segundo o Idec, a empresa tem obrigação de mostrar todas as condições e as restrições do serviço.

fonte: FOLHA DE SÃO PAULO

Pane nas linhas telefônicas nos serviços de urgência e emergência atrasou bombeiros

Vejam a gravidade de situação, quando precisamos dos telefones, eles não funcionam. Pessoas podem até morrer por atraso em atendimentos que dependam do serviço de telefonia.

Bombeiros levam meia hora para chegar em incêndio por causa de pane em linhas telefônicas

 
Militares usaram 10 mil litros de água para apagar o fogo

 
Uma pane nas linhas telefônicas nos serviços de urgência e emergência impediu que os bombeiros chegassem rápido a um incêndio em um abatedouro em Montes Claros, na região norte de Minas.


A fumaça tomou conta de parte da cidade, e as chamas chegaram a cinco metros de altura. Vizinhos do galpão ficaram com medo de o fogo atingir as casas. Os militares levaram trinta minutos para conter o incêndio. Cerca de 10 mil litros de água foram usados no combate às chamas. Segundo os bombeiros, várias gaiolas guardadas no abatedouro podem ter facilitado o fogo.

O dono do galpão disse que não havia energia elétrica no local. A suspeita é que o incêndio tenha sido criminoso.

fonte: R7

#Brasil: O sexto maior PIB é considerado um país em atraso digital

O sexto maior PIB do mundo ainda esta na lista dos países “menos desenvolvidos no setor que tentam diminuir o atraso digital”?
A 93ª posição na tabela mostra que o atraso é gigantesco, principalmente para um dos países que mais paga pelo serviço de telefonia. Significa que todos estes anos pagando tarifas altíssimas não resultaram em praticamente nenhum investimento no setor.
Relação custo benefício para as telefonias significa: os brasileiros pagam e as operadoras se beneficiam!

Campeãs de lucro, telefônicas do País faturam R$ 160 bi

A União Internacional de Telecomunicações (UIT) divulgou nesta semana um estudo anual, chamado ‘Medindo a Sociedade da Informação’, que avalia a situação do acesso à internet e das telefonias móvel e fixa em 161 países.
O Brasil assumiu a quarta posição no ranking das operadoras de telefonia que mais faturam em todo o mundo, atrás somente dos EUA, Japão e China. São mais de 257 milhões de linhas ativadas, o que garante uma grande movimentação financeira no setor. De acordo com um relatório atual da IDC, o setor de telecomunicações movimentou, no ano passado, cerca de US$ 1,5 trilhão (R$ 3 trilhões), sendo US$ 78,5 bilhões (R$ 160 bilhões) só no Brasil. Já no quesito ‘país mais conectado’, ficamos com o 60º lugar.

O Brasil também é um dos que mais investem nessa área atualmente, ao lado do Bahrein, Gana, Kenia, Ruanda e Arábia Saudita. De acordo com o relatório, são países menos desenvolvidos no setor que tentam diminuir o atraso digital. Aliás, a população brasileira também tem investido bastante nesse tipo de serviço. Nós costumamos comprometer cerca de 7,3% da nossa renda com gastos ligados às telecomunicações (entre ligações telefônicas e conexões à internet).
Este é um índice que mostra que o Brasil ainda deixa a desejar na relação entre as tarifas de telefonia, acesso à internet e a renda da população. Ainda estamos ocupando o 93º lugar na tabela, o que significa que esses serviços de comunicação ainda são caros para os brasileiros. Para o SindiTeleBrasil (Sindicato das Operadoras de Telefonia), o alto preço no país é resultado da alta carga tributária – 43% -, e também das taxas de interconexão (valor extra cobrado quando o cliente faz ligações de uma operadora para outra).
Mais uma vez, o estudo mostrou que dos dez países mais conectados, oito ficam na Europa, enquanto no outro extremo da tabela estão 18 países africanos. Eles apresentaram o menor índice de desenvolvimento dos serviços de telefonia e acesso à internet em 2011 – ano em que foi baseado o estudo.

fonte: Jornal Agora MS