Precisamos de socorro urgente aos atingidos pelo temporal no noroeste gaúcho

A natureza está respondendo ás nossas ações.


Usei a tribuna na Câmara dos Deputados, para solicitar apoio a desastres ambientais. Tendo em vista o temporal que trouxe destruição na região noroeste do RS, principalmente na cidade de Porto Lucena, onde em torno de 90% das residências tiveram telhado destruídos pelo granizo.
Fiz um apelo ao Ministério da Integração Nacional e principalmente a Secretaria da Defesa Civil, para que haja maior agilidade na liberação de recursos quando for para atingir demandas de municípios que foram atingidos por eventos da natureza, considerando que existem casos de processos que tramitam ainda e aguardam liberação há mais de um ano. Entendemos que há tramites burocráticos que precisam ser observados, mas em casos em que é notória a destruição é necessária uma intervenção urgente por parte do estado.

Vendaval e granizo danificam casas e deixam feridos no Noroeste do RS
Porto Lucena foi uma das cidades mais atingidas pelo temporal.
Dezenas de pessoas ficaram feridas e foram atendidas no hospital.

Um temporal de grande proporções atingiu a Região Noroeste do Rio Grande do Sul por volta das 20h desta terça-feira (18) provocando destruição em diversas cidades. O município de Porto Lucena está completamente às escuras e sem água. Segundo a Brigada Militar, há dezenas de feridos, mas nenhum com gravidade. A maioria foi atingida por pedaços de telha ou de madeira que se desprenderam das casas com o vendaval. Uma equipe da prefeitura percorre a cidade para ajudar as pessoas e levar para o hospital quem precisa. A maioria das residências do município sofreu algum dano com o temporal. O vendaval durou aproximadamente 30 minutos.

Em Ijuí, além da chuva e do granizo, rajadas de vento destelharam casas, espalharam o lixo pelo chão, inundaram ruas e bloquearam avenidas, segundo a Brigada Militar. Na Vila Santo Antônio, a queda de um raio provocou o incêndio de uma casa. O Corpo de Bombeiros admite que não tem condições de atender todos os chamados. Foram relatados problemas com árvores que caíram, casas que ficaram alagadas e pessoas que se sentiram mal. Apenas as ocorrências mais graves estão sendo atendidas, com entrega de lonas.

Em Condor, Crissiumal, Inhacorá, casas foram destelhadas pelo granizo, segundo o Corpo de Bombeiros. A Câmara de Vereadores de Jóia também perdeu o teto e um posto de combustível teve a cobertura arrancada. Moradores relataram à polícia que, no município de Capão Bonito, as pedras de gelo que caíam com a chuva tinham o tamanho de um ovo de galinha. Em Tapera, a chuva de granizo provocou estragos em casas e empresas. Parte da cidade está sem luz. Segundo informações de uma estação meteorológica da cidade de Cruz Alta, os ventos na região superaram os 100 km/h.

O Hospital Caridade São Clemente, em Soledade, está parcialmente destelhado. Em Santa Rosa, mais de 100 casas ficaram sem teto. Mesmo problema enfrentado em Pejuçara, Giruá e Palmeira das Missões.

Temporal deixa 135 mil clientes sem energia elétrica

O temporal de terça-feira à noite deixou, pelo menos, 135 mil pessoas sem energia elétrica em todo o Rio Grande do Sul. Granizo, fortes rajadas de ventos, intensas descargas atmosféricas e quedas de galhos de árvores sobre a rede foram as principais causas dos desligamentos.

Na Região Noroeste, a mais atingida, o quadro é gravíssimo, segundo a cocessionária RGE. Só ali são 122 mil clentes sem luz. São mais de 25 alimentadores e uma Linha de Transmissão desligados. A empresa informa que está com todas as suas equipes em ação para restabelecer o abastecimento nas áreas atingidas.

Fonte: G1

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Nem mesmo a Anatel escapa das cobranças indevidas das operadoras de telefone

As operadoras de telefonia ferem o código de defesa do consumidor e a lei geral das telecomunicações e mesmo assim não recebem punição alguma. Lá fora no exterior, as pessoas já não conseguem compreender como que os brasileiros aceitam pagar tantas tarifas abusivas e em todos os setores. Viramos motivo de piada!
Cobranças indevidas e abusivas e o não cumprimento de contrato são comuns, e golpeiam o artigo 39 do código de defesa do consumidor, que trata de práticas abusivas.

Disquei P para pilhar – Nem a Anatel escapa das cobranças indevidas na conta do telefone. Só que, ao contrário de você, a agência reguladora tem Ricarlos – o funcionário que flagra os malfeitos das operadoras.O técnico em eletrônica Ricarlos de Moraes é o herói desconhecido dos 100 milhões de brasileiros que usam telefone. Há sete anos, desde que virou funcionário da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Ricarlos se dedica, tal qual um Quixote 2.0, a desfazer os agravos cometidos pelas empresas de telefonia brasileiras. Seu Rocinante é um simples computador de mesa; sua Dulcineia, os cofres públicos. Seu chuço não é um iPhone. É um programa de computador criado por ele assim que entrou na Anatel, por um concurso de nível médio, quando tinha 27 anos. Chama-se ADT, ou Atesto de Despesas Telefônicas. Com o tal ADT, Ricarlos, trabalhando numa salinha no subsolo da Anatel, em Brasília, consegue verificar se as empresas de telefonia que têm contratos com a agência cobram corretamente pelos serviços que prestam. Claro que elas cobram (bem) mais do que deveriam – até da instituição responsável por fiscalizá-las. Quando Ricarlos flagra os malfeitos das telefônicas com a Anatel, não tem essa de “0800”, de “aguarde na linha, por favor, que vamos estar resolvendo seu problema”. Ricarlos fala grosso, a Anatel glosa as faturas irregulares – e as empresas telefônicas aceitam a decisão sem abrir chamado nem dar número de protocolo. Ricarlos, infelizmente, trabalha em dedicação exclusiva à Anatel. Você não pode contratá-lo.
Ricarlos recebe, mensalmente, R$ 7.600, salário modesto se comparado ao dos principais engravatados da Anatel. Foi do próprio Ricarlos que partiu a iniciativa de criar o ADT, em 2005. Ele queria criar um sistema capaz de fiscalizar as ligações telefônicas originadas da Anatel e dos celulares em posse de servidores. O objetivo era identificar quais chamadas eram a serviço e quais eram particulares, de modo a reduzir os custos da Anatel com telefone e a cobrar dos funcionários gaiatos que usavam a agência como orelhão para falar com tias e namoradas. Um segundo objetivo tornou-se inevitável: comparar as informações obtidas por meio de sua invenção com as faturas entregues pelas operadoras telefônicas, aquelas contratadas pela Anatel para oferecer os serviços de telefonia fixa e celular. Ricarlos precisou de pouco tempo para confirmar que Claro, Oi e Embratel tungavam  sistematicamente a agência. (A Embratel não tem mais contrato com a Anatel.)
As irregularidades identificadas por Ricarlos são idênticas às encontradas por muitos brasileiros em suas faturas mensais. Ricarlos descobriu três tipos de cobranças indevidas: cobranças que somavam mais do que o preço combinado, cobranças por serviços que nunca existiram e cobranças por serviços não previstos em contrato. Sempre a mais, nunca a menos. Parece familiar? Entre julho de 2010 e junho de 2011, o programa de Ricarlos detectou cobranças indevidas à Anatel no valor de R$ 211 mil – dentro de faturas que alcançaram R$ 771 mil. Juntas, portanto, as operadoras apresentaram valores 27% mais altos do que deveriam nesse intervalo de tempo. Exemplo: em janeiro de 2011, a Claro cobrou R$ 14.229,65 da Anatel pela conta dos celulares, quando deveria ter cobrado apenas R$ 7.479,13. O que mais contribuiu para a diferença foi a assinatura básica. A Claro apresentou fatura de R$ 2.261,88 para esse item. O valor aferido pelo ADT, contudo, foi de R$ 1.552,08. O segundo fator mais importante para a diferença foi o adicional por deslocamento. O valor correto, checado pelo ADT, seria de R$ 289,32. A quantia cobrada pela Claro foi de R$ 572,24. Com base nas informações do ADT, a Anatel pôde glosar quase metade do valor dessa conta. E deixou de pagar os valores indevidos cobrados a mais pela Claro. Em nota a ÉPOCA, a Claro afirmou que a relação da empresa com a Anatel é satisfatória, “tanto que o contrato foi renovado quatro vezes consecutivas”. A Oi afirmou que corrige os valores das contas quando o cliente tem razão. A Embratel informou que não comenta contratos de clientes. Nenhuma empresa respondeu, portanto, sobre os valores cobrados a mais da Anatel.O grau de confiabilidade do sistema ADT é tamanho que a Anatel passou a usá-lo para justificar o bloqueio de qualquer valor diferente do obtido pelo sistema. Ricarlos e outros nove colegas da Anatel até ganharam um prêmio da agência, que qualificou a invenção de “revolucionária”. Estranho, portanto, que a Anatel seja incapaz de lançar mão dessa ferramenta para punir as operadoras que a lesaram. Ao contrário. Mesmo tungando a Anatel, seus contratos foram prorrogados com a agência reguladora – prova de que a leniência da Anatel com as empresas fiscalizadas começa em casa. Segundo funcionários da Anatel, o sistema ADT poderia ser usado em larga escala, de forma que o consumidor não precisasse de um Ricarlos. Por que a Anatel não faz isso? E por que não pune as empresas que a tungaram?
ÉPOCA tentou por dez dias obter respostas a essas perguntas. É mais fácil, porém, conseguir sinal de celular num elevador que arrancar explicações da Anatel. Há duas semanas, a reportagem pediu explicações por e-mail. Depois cobrou por telefone. Pediu de novo na segunda-feira. Pediu na terça-feira. Pediu na quarta-feira da semana passada. Na quinta-feira, ÉPOCA foi à sede da Anatel em busca de respostas. Não passou da portaria. Não abriram nenhum chamado – e nem deram número de protocolo. Que falta faz um Ricarlos.
Fonte: EXAME

#Santa Bárbara do Sul precisa da sua #ajuda! Colabore com essa Campanha

foto ZH

SOS – Seja solidário com as famílias de Santa Bárbara do Sul, no noroeste do RS, que perderam suas casas, suas roupas, seus projetos de uma vida toda.

O forte temporal que arrasou a cidade no ultimo sábado deixou diversas pessoas sem um teto. Hoje elas estão recolhendo o que sobrou em meio aos escombros e você pode ajudar.

Deposite uma quantia qualquer, o que estiver ao seu alcance na

CONTA CORRENTE 040.108.420-0
Ag 0341 – Banrisul
E ajude a recuperar Santa Barbara do Sul

Ontem quando visitava Santa Barbara do Sul, cidade que foi atingida por uma tormenta deixando rastros de destruição, acompanhando uma equipe da prefeitura que fazia a inspeção quando alguém me perguntou vendo as centenas de casas destruídas. Isto é castigo deputado? Respondi isso é consequência da ação irracional do homem na natureza, Deus não castiga dessa forma punindo o inocente com o pecador, enquanto outros pecadores ficam livres do castigo para continuar no pecado. Ele replicou-me, mas, se Deus tem controle por que não impediu isso? Respondi-lhe, nem sempre o amor de Deus nos livra da consequência de nossos erros, é a lei da semeadura, da causa e o efeito, mas, nesse caso específico Deus interviu a favor das vidas humanas que foram poupadas. Aqui se nota o controle de Deus a favor do homem, Deus permitiu a ação do tempo sobre aquilo que é material e não sobre as vidas humanas. Continuando a visita deparei-me com o Pastor Leonel da Assembléia de Deus de Santa Barbará do Sul no telhado de uma das casas atingidas pelo temporal auxiliando na reconstrução da casa de umas das famílias mais carentes. Parabéns pastor Leonel Assis de Lima! ” Pastoreai o rebano de Deus que há entre vós, não por constrangimento, mas espontaneamente, como Deus quer, nem por sórdida ganância, mas de boa vontade.” 1 Pedro 5:2.

Meteorologistas ainda analisam fenômeno que deixou, pelo menos, 20 casas destruídas. Foto: JC

Santa Bárbara do Sul aguarda verbas federais

O forte temporal que atingiu o município de Santa Bárbara do Sul, na noite de sábado, deixou cerca de 40% da área urbana prejudicada. O município, que está localizado na região Noroeste do Estado e que possui cerca de oito mil habitantes, ainda espera para obter o decreto de situação de emergência e receber recursos federais. A homologação pode levar até 20 dias, mas a Defesa Civil Estadual está trabalhando pela redução do prazo para 48 horas.

Conforme explica o sargento Soska, da Defesa Civil Estadual, o levantamento preliminar do incidente contabiliza, até o momento, 123 residências danificadas, 20 destruídas e 50 pessoas desalojadas. Ainda não se sabe quantas pessoas ficaram feridas, mas os bairros mais prejudicados pela ventania foram Leoblein, Centro e Cohab.

De acordo com a Defesa Civil, os serviços devem ser normalizados gradativamente, desobstruindo os locais e vias afetadas, recolocando postes e recolhendo os destroços das ruas. Os bombeiros e uma equipe da Defesa estão atendendo às situações emergenciais dos moradores desde domingo. “A nossa equipe está fazendo um levantamento referente aos subsídios necessários para a comunidade. Há muitos desabrigados”, garante Soska.

O temporal, com ventos que se aproximaram de 150 e 200 km/h, também interrompeu o abastecimento de energia elétrica. Além disso, provocou a queda de uma das torres de telefonia celular do município, deixando a população sem sinal e impossibilitando avaliações mais precisas do acontecimento.

Análise preliminar da MetSul Meteorologia apresenta probabilidade de que um tornado tenha se formado e atravessado parte da área urbana de Santa Bárbara do Sul. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) ainda não confirmou se o que ocorreu na cidade foi, de fato, um tornado.

Para suprir as dificuldades, a Defesa Civil Estadual lançou a campanha SOS Santa Bárbara. Os donativos, principalmente cobertores, colchões e material de higiene, devem ser entregues na central de doações localizada no Centro Administrativo do Estado, na Capital, das 8h às 18h30min, inclusive aos fins de semana.

Além disso, recursos financeiros podem ser depositados na conta do Fundo Municipal de Defesa Civil da Prefeitura de Santa Bárbara do Sul (PMSBS) no Banrisul – Agência 0341, conta-corrente nº 0401084200.

Fonte: Jornal do Comércio

Santa Bárbara do Sul: #Cenas de #tragédia e destruição

No bairro Loeblein onde mais de 300 famílias foram atingidas, conversei com diversos moradores. Casas comerciais, oficinas, pavilhões, lojas e residências foram devastadas.

Precisei ver de perto a destruição que o temporal causou na noite de sábado no município de Santa Bárbara do Sul.  Ao vivo a cena é ainda mais devastadora, prestei minha solidariedade aos moradores que perderam suas casas, e seus bens. Impressionante o que a força do tempo foi capaz de fazer.Nas ruas vemos imagens de guerra, partes de telhados de casas por toda a cidade, árvores quebradas, automóveis destruídos.  Mas o mais triste e ver no rosto das pessoas a decepção de ter perdido a obra de uma vida inteira em poucos minutos.

Vim oferecer mais do que a ajuda de deputado federal, vim a Santa Bárbara me solidarizar e oferecer meu ombro amigo!

Irei questionar os órgãos de defesa civil do Estado do Rio Grande do Sul com aporte de recursos para a reconstrução da cidade. A defesa civil está fazendo o levantamento dos prejuízos das comunidades atingidas. Também estão sendo providenciados recursos e empréstimos a juros subsidiados via Badesul para as empresas atingidas que tiveram seus pavilhões e lojas destruídas.

COLABORE COM A CAMPANHA DE SOLIDARIEDADE às famílias desabrigadas de SANTA BÁRBARA DO SUL.
Qualquer quantia em dinheiro podem depositadas para o FUMDC – SOS de Santa Bárbara do Sul (Fundo Municipal de Defesa Civil).
BANRISUL
Agência 0341
Conta corrente: 040108420-0

(ZH de hoje)

Número de casas atingidas por temporal em Santa Bárbara do Sul chega a 120

Prefeitura e Defesa Civil fazem um levantamento dos estragos. Pelo menos 20 residências foram totalmente destruídas

Mesmo depois de dois dias da passagem de um forte temporal por Santa Bárbara do Sul, no noroeste do Estado, o cenário ainda é de destruição. Nesta segunda-feira, a prefeitura e a coordenadoria regional da Defesa Civil fazem um levantamento dos estragos. Os números preliminares são de cem casas danificadas e 20 totalmente destruídas nos bairros Centro, Loeblein, Fátima, Cohab e Juventude.

O fenômeno, que aconteceu na noite de sábado, atingiu uma faixa de cerca de um quilômetro e destelhou casas, derrubou postes, arrancou árvores e deixou boa parte da cidade sem luz. A ventania começou por volta das 21h30min e, em poucos minutos, arrasou os cinco bairros. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o evento ocorrido na cidade foi um tornado.

Por enquanto, a reconstrução ocorre somente nas residências que não foram totalmente destruídas. Algumas receberam lonas nos telhados e outras, reparos pontuais. A maioria dos desabrigados está em casas de parentes ou amigos e alguns aproveitam o dia de sol para procurar pertences em meio aos escombros.

Andressa de Arruda, 14 anos, que perdeu a casa no temporal, é uma delas. No local onde morava com o pai e um irmão de 11 anos, ela busca itens pessoais e as ferramentas do patriarca da família. Conforme consegue recuperar os pertences, vai colocando tudo em uma mochila.

Segundo a assessoria de imprensa da RGE, a reconstrução da rede elétrica já foi concluída e a distribuição de energia já está normalizada. Na tarde desta segunda-feira, equipes da Defesa Civil estadual chegarão à cidade para ajudar nos levantamentos. Na tarde de domingo, o município declarou situação de emergência.

Fonte: Zero Hora