#Museus: Digitalizando o conhecimento

livros-antigos“Os Museus são pontes, portas e janelas que ligam e desligam mundos…”

A internet é uma grande conquista tecnológica, mas precisamos preservar as fontes de pesquisas, materiais históricos, livros, eles são a base da criatividade.
Estou com o projeto SISMU que visa apoiar para informatização da área museal brasileira, com visão nos grandes eventos esportivos e culturais. Em reunião com José Nascimento, Presidente do Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM), membros de minha equipe prestaram apoio ao projeto que visa documentar e digitalizar acervos de instituições Museológicas brasileiras, utilizando metodologias inovadoras e respeitadas internacionalmente.
Minha preocupação é com o legado cultural e estrutural dos museus do nosso país, com o projeto do SISMU informações serão preservadas e democratizadas para pesquisadores do mundo todo destacando nosso acervo.

 

Por que o Sismu?
O mais completo sistema museológico do Brasil
O Projeto Sismu nasceu com o objetivo de unir a conservação de acervos museológicos, a interatividade e a difusão do conhecimento, através da utilização de tecnologias revolucionárias para criação de um ambiente inovador dentro dos Museus. Se você procura, uma ferramenta que realmente atenda às necessidades de seu museu, conte conosco. Sismu oferece:
Autonomia e controle na gestão de seu acervo;
Democratização e universalização do acesso ao patrimônio museologico;
Confidencialidade, Integridade e Disponibilidade das Informações;
Museus interligados;
Formação e Capacitação de sujeitos para operar o sistema;
Tradução de conteúdo para os idiomas Inglês e Espanhol;

Nossa solução permite aos museus, galerias e centros de visitantes comunicar-se com o seu público apresentando seu conteúdo de modo interativo e em vários idiomas. Os objetos ganham vida e as histórias podem ser estudadas e apreciadas.
Influencie, forme opiniões, comunique-se.
O universo museológico precisa reinventar-se.

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Centenas de prefeitos estão reunidos hoje em Brasília discutindo soluções para a crise dos municípios

foto: CNM

Busca por soluções à crise financeira traz centenas de prefeitos a Brasília

Em mais uma mobilização organizada pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) em Brasília, prefeitos de todo o Brasil mostram sua força e União em busca de seus objetivos. Neste momento os prefeitos querem garantir que a presidente Dilma sancione a redistribuição dos royalties do petróleo, votado no ultimo dia 08 pela Câmara dos deputados.

Além da fortalecer a campanha, eles esperam da ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, uma resposta positiva para “desafogar as contas municipais”. A representante do governo recebeu no dia 10 de outubro, uma carta com as reivindicações dos prefeitos, entre elas a restituição do que foi perdido do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).
Ao longo de toda manhã de hoje, deputados e senadores foram até o auditório prestigiar a mobilização e manifestar o apoio à campanha, onde os prefeitos pedem a sanção sem vetos da nova distribuição dos royalties.

O deputado Ronaldo Nogueira está entre os Congressistas, ele que foi um dos 9 deputados gaúchos que tiveram uma participação decisiva na divisão dos royalties do petróleo, Ronaldo enfatizou o debate dizendo que “o governo tem duas responsabilidade fundamentais que é oferecer para a sociedade a sanidade da moeda e também a fidelidade contratual”. Para Nogueira o governo federal não está ajudando a solucionar as dificuldades dos municípios, segundo ele “nesta relação entre Estados e União não está havendo fidelidade nos contratos por conta da União. Os municípios criam expectativas em torno das emendas parlamentares quando somente cerca de 60% delas não são efetivadas , não são empenhadas e consequentemente não são pagas”. Segundo Nogueira, existe ainda o caso dos programas noticiados pelo governo quando os municípios fazem o cadastramento de seus projetos e das suas propostas, que também geram grande expectativa de retorno, e também não são efetivada, ou há demora no pagamento ou não há pagamento”diz.

O deputado Ronaldo Nogueira destacou que “nós precisamos rever o Pacto Federativo com urgência, esta mobilização dos prefeitos é importante para chamar a atenção para a sanção do governo a favor da redistribuição dos royalties e para iniciar ai uma caminhada, uma mobilização para rever o Pacto Federativo realizar uma quebra de paradigmas para tornar mais responsável esta relação contratual entre os entes” finalizou.

Durante a abertura da mobilização, Paulo Ziulkoski pediu aos senadores presentes que intercedessem pelos Municípios por uma reunião com o presidente do Senado Federal, José Sarney (PMDB-AP). O pedido foi prontamente atendido e o senador receberá Ziulkoski às 17 horas. Ele deve falar sobre a crise para buscar saída junto ao Congresso Nacional. “O Apoio Financeiro que veio em 2009 era para novos prefeitos, hoje a situação é mais grave por causa do final de mandato. Precisamos de ajuda do Congresso”, explicou.

O presidente da CNM aproveitou a ocasião para agradecer aos parlamentares pela votação histórica dos royalties que levou à aprovação do projeto defendido pela entidade, em prol da maioria dos Estados e Municípios.

O Pacto Federativo prevê que os recursos públicos sejam descentralizados da União e compartilhados entre os estados e municípios para que as demandas do povo brasileiro sejam efetivamente atendidas levando em consideração as peculiaridades e necessidades regionais.
Entenda melhor o que é o Pacto Federativo:

Com informações da CNM

História da Telefonia Celular no Brasil é contada através de Desenho Animado

Gibi conta história da telefonia no Brasil 

Tarifa nas Estrelas é uma publicação do Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé. A história em quadrinhos relata o drama dos brasileiros com a dificuldade de uso de seu aparelho de celular e a dificuldade de inclusão digital enfrentada pela pais que tem o sexto mais PIB do mundo.

A história conta o drama dos personagens que vieram do futuro e ficaram sem créditos no celular para contatar a nave que os levaria de volta a seu tempo. A sátira é contada com exemplos da história da telefonia no país.

Demonstrando a insatisfação de praticamente todos os brasileiros, o GIBI é muito explicativo e faz graça com os usuários, a péssima qualidade do serviço e as tarifas abusivas.

O material faz alusão a CPI e a necessidade da existência de uma investigação que irá mostra que as cobranças são ilegais e abusivas. E chama a atenção dos brasileiros para cada um fazer a sua parte.

Acesse o site http://www.cpidasmoveis.org no link GIBI e boa leitura!

#Celulares podem auxiliar na #Educação

Os benefício que os telefone celulares podem proporcionar são inúmeros, a ascensão das novas tecnologias estão utilizando os telefones celulares como métodos de aprendizado, por ser móvel e de fácil acesso.
Enquanto no Brasil, os proprietários de aparelhos têm dificuldade de utilizar a “tal” mobilidade prometida.
O celular poderia ser utilizado em qualquer lugar se tivesse sinal e preço acessível. As pessoas poderiam navegar na internet no caminho do trabalho, dentro do ônibus ou enquanto aguardam em filas. Tempo que estaria sendo aproveitado para o aprendizado.
Na Irlanda um projeto nestes moldes já formou mais de 54 mil leitores on-line e já exportou esta idéia para a Alemanha, Turquia e Quênia.
Pessoa que estão fora da idade escolar muitas vezes não tem tempo e tem até vergonha de freqüentar a escola, mas com um acesso fácil, como é o caso da internet via celular, estas pessoas poderiam reaproveitar melhor seu tempo para o aprendizado.
No Brasil, onde a maioria da população tem aparelhos celular, não será difícil de implantar um sistema de alfabetização on-line a partir do momento em que a internet móvel venha a funcionar da maneira anunciada.

Celular e TV ajudam a alfabetizar

A popularização dos televisores e dos telefones celulares, disponíveis a quase dois terços da população mundial, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), começa a ser explorada como arma de combate ao analfabetismo funcional. Na Índia, por exemplo, um método desenvolvido pelo professor Brij Kothari, do Indian Institute of Management (IIM), tem ajudado jovens e adultos com pouco acesso a livros e revistas a desenvolverem a leitura e a escrita. Na Europa, um programa educacional criado pela suíça Ursula Suter tem contribuído na qualificação profissional de desempregados e moradores de ambientes rurais.

O maior acesso à tecnologia também começa a ser explorado no Brasil, onde o matemático José Luis Poli trabalha num aplicativo eletrônico para o combate à evasão escolar.

A dificuldade na leitura e interpretação de textos, que atinge aproximadamente 24% da população mundial, tem representado um obstáculo para o crescimento econômico de países desenvolvidos e emergentes, sobretudo por conta da escassez de mão de obra qualificada. Uma pesquisa do Instituto Global McKinsey, realizada em 70 países, avalia que, nos próximos 20 anos, a falta de mão de obra pode levar à estagnação da economia mundial.

No Brasil, onde 20,3% da população apresentam algum grau de analfabetismo funcional, a escassez de trabalhadores qualificados produziu o aumento, no primeiro trimestre deste ano, do número de autorizações de trabalho concedidas a estrangeiros.

– Estudos mostram que a leitura voluntária melhora as notas escolares e, consequentemente, a performance do aluno para atender às demandas profissionais – explica o alemão Juergen Boos, diretor da Feira de Frankfurt, um dos principais fóruns mundiais de discussão sobre educação.

Uma das soluções encontradas para combater o analfabetismo funcional foi desenvolvida na Índia, que adotou um método chamado Same Language Subtitling (SLS), criado por Brij Kothari, fundador da entidade sem fins lucrativos PlanetRead. O programa insere legendas, no idioma hindi, em atrações e filmes transmitidos pela televisão indiana, um dos meios de comunicação mais populares no país. A estratégia é fazer com que pessoas com um nível de alfabetização baixo associem a fonética das palavras com sua grafia, o que, na avaliação do professor indiano, leva a um “aprendizado automático”.

O procedimento é oferecido hoje a cerca de 150 milhões de pessoas em instituições de ensino indianas e por meio da rede pública de televisão Doordarshan, que, desde 2006, adotou a legenda em algumas atrações.

Outro método que vem obtendo êxito é o desenvolvido pela educadora Ursula Suter, fundadora do empreendimento social Avallain AG. Com o objetivo de reduzir o analfabetismo funcional na Irlanda, país onde 25% dos adultos apresentam dificuldades de leitura, a professora suíça criou uma plataforma on-line, com atividades lúdicas, na qual os usuários treinam a compreensão e a escrita em situações do dia a dia, como numa entrevista de emprego ou em compras no supermercado. O programa, inserido na proposta de e-learning, com apoio do governo irlandês, já formou 54.741 leitores, muitos deles desempregados e moradores de ambientes rurais. Com os bons resultados, o método já foi exportado para Alemanha (382.250), Turquia (4 mil) e Quênia (200).

– Com o maior acesso a computadores e celulares, é possível superar barreiras no processo de alfabetização de jovens adultos. A falta de opções de transporte público, a falta de tempo e a timidez afastavam as pessoas das escolas de formação. Em casa, no entanto, na frente do computador, o aprendizado é confidencial, e as pessoas conseguem encontrar tempo para exercitar a leitura e a escrita – avalia Ursula Suter.

No Brasil, onde 72% da população têm telefone celular, o matemático José Luis Poli trabalha num programa para smartphones que oferece atividades de leitura e escrita para crianças e adultos. O aplicativo, em fase de teste, conterá 4.800 exercícios de português, matemática e ciências. O matemático pretende, numa segunda fase, oferecer cursos profissionalizantes por meio do celular. O projeto educacional tem sido testado em escolas no interior de São Paulo com crianças, adultos e portadores de necessidades especiais. Em 2013, Poli quer testar o aplicativo com 5 mil pessoas de todo o país. No ano seguinte, tentará apresentar o método educacional ao governo federal.

Fonte: Yahoo Notícias

No país do #futebol a #educação fica em 88º lugar

Para reflexão!
O Brasil foi a segunda melhor seleção de futebol nas olimpíadas de Londres e todo mundo achou ruim e botaram a “boca no trombone” criticando o treinador e jogadores. Agora! O Brasil possui a 6ª economia do mundo, fica em 88º lugar na educação, ocupa o 72º lugar do ranking da OMS em gasto per capita em saúde, é o 84º no IDH E O 3º pior índice de desigualdade do mundo e as pessoas permanecem preocupadas com o resultado da seleção da brasileira ou desfecho da novela das oito! Em outubro teremos eleição. Avalie se o diretor da novela da vida que escolheste ou o treinador de seu time está fazendo alguma coisa para mudar esse estado de coisas!

A grande maioria dos atletas brasileiros possuem apenas o ensino fundamental. O resultado das Olimpíadas de Londres mostra o pequeno incentivo, que um país com a economia do tamanho da do Brasil, dá a seus atletas, e também deixa bem claro que e desafio dos esportes é o desafio educacional e da qualidade de educação.

Seleção masculina tropeça de novo e é prata

Quando chegou à Grã-Bretanha, a Seleção Brasileira masculina de futebol era apontada como favorita absoluta ao ouro nos Jogos Olímpicos de Londres. No entanto, deu “zebra” na final, com a vitória do México por 2 a 1, e a equipe do técnico Mano Menezes acabou com a terceira medalha de prata para o País na história.

O favoritismo do Brasil nos Jogos Olímpicos era latente não apenas pelo poderio da Seleção, que contava com craques como Neymar, Oscar e Leandro Damião no ataque e Marcelo e Thiago Silva na defesa, mas também pela dada fragilidade dos adversários.Rival histórica do Brasil, país do melhor jogador do mundo atualmente e campeã olímpica em Pequim 2008, a Argentina não conseguiu classificar-se para Londres. Times europeus como a Grã-Bretanha ou Espanha se viram desfalcados por conta da disputa da Eurocopa semanas antes da Olimpíada. Um cenário bastante favorável para o futebol pentacampeão do mundo.

Conforme a competição foi se desenrolando, o status de provável campeão se consolidava na mente dos brasileiros. Antes da final, o time fez três gols em todas as partidas e passou por Egito, Bielorrússia e Nova Zelândia na primeira fase, além de Honduras e Coreia do Sul no mata-mata.

No entanto, um gol logo aos 28s de jogo na final reacendeu toda a desconfiança ao redor de uma Seleção que nunca conquistou a medalha de ouro olímpica. Abalada, a equipe não conseguiu levar perigo ao México, que ainda ampliou o marcador na segunda etapa. O jogo acabou 2 a 1, e o Brasil ficou com a prata, um verdadeiro vexame, dada a esperança e confiança depositadas no time verde-amarelo para a conquista do ouro.

fonte: Terra

O #cidadão #indefeso tem garantias constitucionais

CPI da Exploração Sexual

O maior exemplo de opressão e agressividade que posso citar é a exploração sexual, principalmente no que diz respeito à crianças e aos adolescentes. Abusar, maltratar, comprometer a inocência para o resto da vida, isso é o que representa o abuso sexual.

Um cidadão que têm a capacidade de cometer tal ato, merece ter uma punição que esteja de acordo com o crime que cometeu.

A criança e/ou adolescente que sofre crime sexual sofre, não só fisicamente, mas psicologicamente e têm dificuldade de readaptação no ambiente social.

Isso sem falar em outras conseqüências deste abuso como uma gravidez indesejada ou DSTs.

Exploração Sexual: Basta!

Acompanhe meu depimento na CPI