Prestadoras de telecomunicações são as empresas que mais aborrecem seus clientes no Brasil

Pouco foi feito para diminuir o número de reclamações. A Claro, por exemplo, não apresentou plano ao Procon quando ficou proibida de habilitar novas linhas

 Apesar de movimentar mais de R$ 160 bi, empresas de celular são  campeãs em insatisfação de clientes. Está muito claro que o serviço é ruim e os preços são absurdos, não há mais como esconder, está mais do que na hora de uma decisão ser tomada, a farra das operadoras não pode continuar!

 

Dia 21 de novembro será o dia do protesto!

Desligue seu celular por 1 hora em sinal de sua indignação!

 

Neste dia estarei entregando denúncia ao Ministério Público Federal solicitando investigação quanto a determinadas práticas das operadoras de telefone contra o usuário.

  

 

Operadoras de celular são 40% das dez empresas mais reclamadas no Brasil

No quarto país onde mais faturam, empresas mantêm liderança nos últimos 60 dias

 

Prestadoras de telecomunicações são 40% das dez empresas que mais aborrecem seus clientes no Brasil em 2012, segundo levantamento da Fundação Procon-SP nesta quinta-feira (18). Apesar de o setor movimentar mais de R$ 160 bilhões no País, a qualidade dos serviços é alvo de queixas do consumidor há mais de 60 dias, mesmo com punições da agência que regula o mercado.

Segundo o estudo anual divulgado nesta semana pela UIT(União Internacional de Telecomunicações) sobre o acesso à internet e situação da telefonia móvel no mundo, o Brasil assumiu a quarta posição no ranking das operadoras de telefonia que mais faturam no segmento, atrás somente dos EUA, Japão e China.

Apesar do mercado amplo favorecer a melhora da qualidade por meio da concorrência, as operadoras Vivo/Telefonica, Claro, TIM e Oi ocupam o segundo, o terceiro, o sexto e o décimo lugar, respectivamente, na lista das empresas reclamadas no Procon.

A operadora de telefonia Vivo/Telefonica é responsável, segundo o levantamento, por 6.364 reclamações. Os serviços de celular e internet da Claro geraram 4.966 relatos de problemas, levando a empresa à terceira colocação. Enquanto que a empresa de telefonia TIM acumulou 2.207 reclamações, e, dentro dos últimos 60 dias, a operadora Oi superou a TV por assinatura Sky, e assumiu o 10º lugar do ranking com 1.883 registros de insatisfação.

Desde que a agência que regula o mercado, a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), decidiu suspender a venda de planos pré e pós-pago da TIM, da Oi e da Claro em julho, o governo intensificou as exigências referentes ao padrão de qualidade da cobertura. Como consequência, essas empresas tiveram que apresentar novos planos de investimento com caráter emergencial.

No entanto, pouco foi feito para diminuir o número de reclamações. A Claro, por exemplo, não apresentou nenhum plano ao Procon logo após os 11 dias em que ficou proibida de habilitar novas linhas de telefonia móvel em alguns Estados brasileiros. No primeiro semestre, a empresa foi líder de reclamações no Procon.

Mesmo com a urgência em investimentos para melhora da qualidade da cobertura no setor de telefonia móvel nacional, Anatel autorizou as operadoras a habilitar novas linhas desde o dia 3 de agosto, para ajudar nas vendas do Dia dos Pais, um dos períodos mais lucrativos do ano para o setor, ao lado de Dia das Mães e Natal.

 

fonte: R7

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Dilma tenta cobrar explicações para queda de energia, mas ligação cai

Está EXPLICITAMENTE comprovado que operadoras de telefonia móvel exploram o consumidor. Esta é uma recorrência do dia a dia de cada brasileiro que utiliza o serviço. Apesar do governo ser contra a instalação da CPI das teles, está ficando impossível continuar escondendo que nada está acontecendo com o sistema de telefonia.
O assunto da ligação da Presidenta Dilma, era sobre energia, mas a manchete do Jornal A Folha de São Paulo, um dos veículos de imprensa de maior importância deste país, chamou a atenção para a falha ocorrida nesta ligação, evidenciando claramente a necessidade de uma resolução urgente.

Dilma tenta cobrar explicações para queda de energia, mas ligação cai
A ligação entre a presidente Dilma Rousseff e o diretor-geral do ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico), Hermes Chipp, caiu justamente quando a presidente tentava cobrar explicações para as falhas no fornecimento de energia no país.
Ontem, um equipamento acessório de um dos quatro transformadores da usina hidrelétrica de Itaipu pegou fogo e deixou parte das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, além dos Estados do Acre e Rondônia, que ficaram sem energia por cerca de meia hora.
Nesta quinta-feira (4) a capital federal também ficou no escuro. Um incêndio na linha de transmissão de uma subestação da cidade, chamada Brasília Sul, deixou 70% da cidade apagada.
“Claro que a presidente está preocupada. Ela me ligou, inclusive, para saber [os detalhes], mas a ligação caiu”, disse Chipp, pouco antes de entrar na reunião com o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão.
Antes mesmo de encontrar o ministro, Chipp disse que tentaria reestabelecer a chamada com a presidente.

fonte: FOLHA DE SÃO PAULO

Formar florestas de antenas agredindo o meio ambiente irá realmente resolver a qualidade do sinal de telefonia do Brasil?

Enquanto a Anatel e as operadoras Vivo, Claro, Oi e Tim criticam os municípios alegando que suas legislações são defasadas e impedem a instalação de antenas, que tal fazer uma proposta aos municípios, oferecer algum benefício ao invés de mais uma forma de exploração?
A Agência reguladora armou um circo em torno da punição das operadoras, proibindo a venda de chips por um período tão curto que só resultou em mais lucro à estas empresas de celular. A culpa foi dos MUNICÍPIOS, que segundo eles, impedem a instalação de novas antenas e por isso o sinal de celular é tão ruim.
Com tanto lucro na venda de novas linhas esqueceram de um planejamento, necessário para oferecer qualidade, a preocupação com o super faturamento das operadoras deixou de lado todo e qualquer investimento em infra estrutura prometido com a privatização do setor. Querem agora, justificar a ausência de investimento na legislação dos municípios. Pra começo de conversa deveria haver uma tabela de redução de custos e não de aumento deles.
A questão é multidisciplinar, envolve paisagem, meio ambiente, e saúde das pessoas, e não apenas telecomunicações. O município não só pode, mas deve legislar sobre isso. Aí querem dizer que com o sistema 4G as antenas irão mudar, serão menores e poderão ser instadas em postes de iluminação pública. Então, se esse sistema 4G for real e não somente uma nova promessa por que instalar antenas pra degradar ainda mais o meio ambiente, não seria melhor agilizar o processo de instalação do 4G?

No Brasil são criados problemas onde ainda não existiam, enquanto as soluções não aparecem

No Brasil, a crise da telefonia está gerando um problema ainda maior, a instalação de milhares de novas antenas de celular por todo o país. Como o sistema de telefonia móvel não funciona, e as linhas de celular não tem estabilidade, a solução encontrada foi a de instalar novas antenas, certo?

Errado! São 4 operadoras que dominam o setor, cada operadora irá instalar as suas centenas de antenas, o que irá gerar um numero 4 vezes maior de produção de ferro, extraído de mineração, que necessita de muita queima de carvão para ser fabricado. O ferro também emite carbono que fere a camada de ozônio e dada a sua reatividade química os objetos de ferro ficam submetidos a corrosão do tempo, reagindo com o oxigênio atmosférico ou dissolvido em água que produz a conhecida ferrugem.

Fonte: Movimento Municipalista