200 minutos de telefonia móvel: no Brasil R$ 270, na Índia se paga R$ 8 @youtube @AgenciaCamara @CamaraDeputados

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Para comparar, nos paises do Bric, para utilizar 200 minutos de telefonia móvel o brasileiro paga R$ 270, enquanto na Índia se paga R$ 8. Não é possível que a arrecadação oriunda da tarifa de interconexão seja responsável por quase 50% do faturamento bruto destas empresas. Isto contraria a lei geral das telecomunicações. Então a CPI há de fazer uma investigação neste cenário de prática de atividade econômica. Para se constatar também se há práticas de preço excludente, com isso  impedindo o surgimento de concorrentes no mercado. Uma chamada finalizada numa rede móvel, a rede móvel a remuneração por minuto é de 42 centavos, para a operadora detendeora daquela rede móvel, uma chamda realizada em uma rede fixa a remuneração para a operadora da rede fixa é de 1 centavo e meio. Esta distância de valores nos dá uma desconfiança de que algo não está correto. Com relação as medidas tomadas pela ANATEL e o Ministério das Telecomunicações conta com o nosso apoio, nós não somos contrários aquilo que a ANATEL está fazendo, que o Ministério das Telecomunicações está fazendo, com respeito a modernização da tecnologia futura, as medidas de sanção da Anatel. Nós não faremos um trabalho concorrente ao da ANATEL, ou com o trabalho que está sendo feito pelo governo. É de prerrogativa desta casa, é dever do deputado fiscalizar. E quanto há uma desconfiança de que uma atividade econômica não está sendo legal, não está acontecendo dentro dos ditames da legislação, então é dever desta casa fiscalizar. Eu quero agradecer aos 246 deputados que assinaram a CPI das Telefônicas, eu quero registrar a sensibilidade do presidente da casa, deputado Marco Maia, que está avalisando, analisando com carinho para a instalação desta CPI. E esta CPI não terá um foco político, terá um foco técnico para investigar um atividade econômica praticada por grupos econômicos internacionais que está proporcionando transferência de renda do consumidor brasileiro para grupos econômicos. Presidente inocêncio obrigado. Senhores e senhoras deputados, obrigado.

#Balela: Empresas devem voltar a vender linhas sob a promessa de que irão melhorar

Passados alguns dias desde a proibição das vendas de novas linhas de celulares e já foi dado início a operação “enrolar o povo”.
Existe é a promessa de melhorias ao mesmo tempo em que os trabalhadores continuam com os mesmos problemas para usar seus telefones e pagando as mesmas tarifas abusivas.
Enquanto isso a Anatel se defende: “quando tivermos uma decisão vamos anunciar!”. Os planos estão “caminhando bem” “as empresas sabem quais são as necessidades”.
Na minha opinião isso não é resposta que se apresente a 200 milhões de brasileiros! Os cidadãos querem mais. Querem saber quais são estes planos, quando e como serão executados, e quanto isso vai custar?
Foram 15 anos de lucratividade, desde a privatização, e a base desse assunto no momento são venda de linhas de telefones, nada se houve falar sobre as tarifas. Obviamente as empresas de telefonia querem continuar lucrando com as tarifas mais altas do mundo. Em outros países onde estas mesmas empresas atuam as custos não são tão altos na utilização do celular, por que no Brasil têm que ser? Afinal, qual é a relação destas multinacionais com a Anatel?

Bernardo acena com fim de suspensão às operadoras, mas Anatel ‘desconversa’
Presidente da agência reguladora disse que, quando houver uma decisão, a Anatel vai comunicar

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse que “nos próximos dias” poderá ocorrer a revogação da suspensão das vendas de novas linhas para operadoras de telefonia punidas desde o dia 23 de julho. Já o presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), João Rezende, evitou dar prazos para a liberação das vendas de novas linhas pelas operadoras. Segundo Rezende, a agência está analisando os planos apresentados pelas companhias para melhorar as condições de tráfego e as medidas emergenciais. “Quando a Anatel tiver a decisão, vamos comunicar”, afirmou, após participar de evento organizado pela organizado pela Associação Brasileira de Televisão por Assinatura (ABTA). Segundo ele, os planos apresentados pelas empresas estão “caminhando bem”. “As empresa sabem quais são as necessidades. Todas estão apresentando e reapresentando (os planos), é um processo dinâmico”, afirmou. “Algumas estão anunciado novos investimentos; outras, realocação”, completou, acrescentando que o objetivo é a melhora da qualidade dos serviços, como forma de atender ao crescimento da demanda do setor de telecomunicações. Bernardo: planos estão satisfatórios Bernardo avaliou que os planos divulgados pelas empresas estão “satisfatórios” e deverão melhorar o serviço das operadoras daqui para frente. O ministro destacou, porém, que não tem os detalhes dos planos enviados pelas companhias, por ser uma tarefa técnica da Anatel. “A cada fim de dia eu pergunto para o presidente da Anatel como é que está (a situação). Se está evoluindo, se está boa. Isso é uma questão para o técnicos resolverem”, afirmou.Fonte: Estadão

No Rio Grande do Sul as operadoras solicitaram um adiamento do prazo para assinatura do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) e amanhã, quarta feira 1º de agosto, haverá uma reunião a portas fechadas entre operadoras e Procon/RS para finalização do texto. Há expectativas que o TAC seja assinado na próxima segunda feira, mas não há garantias. Fonte Jornal do Comércio – Imagem: revista Meu Bairro