#Telefonia: pior relação custo benefício do país

Qual a surpresa?

Qualquer usuário de telefonia deste país sabe que a pior relação custo benefício dentro do lar brasileiro é o da telefonia.

A dona de casa e o pai de família que fazem o orçamento familiar sabem que para ter internet e telefone custa caro. A demanda por estes serviços aumenta cada vez mais: as crianças precisam estudar, os negócios familiares precisam andar e o mercado fica mais e mais exigente a cada dia.

Enquanto isso, empresas multinacionais levam parte de nossos salários para fora do país, sem gerar investimentos, sem prestar os serviços que dignamente merecemos.
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fonte: JORNAL DO COMÉRCIO

Comissões prometem mais rigor em 2013 com telefônicas 

Comissões da Câmara prometem rigor na fiscalização da qualidade dos serviços de telecomunicações e do sistema financeiro. Os dois setores foram os campeões de reclamações nos Procons de todo o País em 2012. De acordo com balanço divulgado nesta quarta-feira (16) pelo Ministério da Justiça, a telefonia celular, os bancos e as operadoras de cartão de crédito foram os principais alvos de queixas ao longo do ano passado.

O presidente da Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara, deputado Eduardo Azeredo (PSDB-MG), afirmou que a qualidade dos serviços é uma pauta permanente da comissão, que em 2012 cobrou medidas do Ministério das Comunicações e da Anatel e convidou seus representantes para audiências públicas. Na avaliação de Azeredo, faltam investimentos das empresas e também fiscalização do governo.

“Nós temos comissões de Defesa do Consumidor, de Ciência e Tecnologia, o que o Congresso pode fazer é exatamente continuar nessa linha de cobrança, insistindo para que haja investimentos necessários e a população seja bem atendida”, explicou Azeredo.

Para o parlamentar, o Congresso Nacional está atento quanto às suas responsabilidades. “Quem tem falhado nesse caso: a própria Anatel na sua função fiscalizatória, do Poder Executivo; e as empresas de telefonia que investiram muito na expansão e não na qualidade”, exemplificou.

O deputado Ronaldo Nogueira (PTB-RS) também destaca a omissão da Anatel. Ele apresentou requerimento de criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar as prestadoras de telefonia móvel, incluindo os problemas de má qualidade na prestação de serviços e as altas tarifas praticadas pelo setor.”Precisa haver uma intervenção da Câmara dos Deputados, através de uma Comissão Parlamentar de Inquérito para ter acesso a esses números”, afirmou.

Na opinião do deputado, não é possível para o País continuar com o atual modelo em que apenas quatro grupos econômicos internacionais têm controle do mercado de telefonia. “Eles encontram um ambiente muito fértil para adotar práticas que lesam o usuário brasileiro e continuar convivendo com a passividade da nossa agência reguladora”, condenou.

fonte: AGÊNCIA CÂMARA

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História da Telefonia Celular no Brasil é contada através de Desenho Animado

Gibi conta história da telefonia no Brasil 

Tarifa nas Estrelas é uma publicação do Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé. A história em quadrinhos relata o drama dos brasileiros com a dificuldade de uso de seu aparelho de celular e a dificuldade de inclusão digital enfrentada pela pais que tem o sexto mais PIB do mundo.

A história conta o drama dos personagens que vieram do futuro e ficaram sem créditos no celular para contatar a nave que os levaria de volta a seu tempo. A sátira é contada com exemplos da história da telefonia no país.

Demonstrando a insatisfação de praticamente todos os brasileiros, o GIBI é muito explicativo e faz graça com os usuários, a péssima qualidade do serviço e as tarifas abusivas.

O material faz alusão a CPI e a necessidade da existência de uma investigação que irá mostra que as cobranças são ilegais e abusivas. E chama a atenção dos brasileiros para cada um fazer a sua parte.

Acesse o site http://www.cpidasmoveis.org no link GIBI e boa leitura!

#Celular: O campeão de reclamações no Procon é o quarto mercado que mais lucra no Brasil

Brasil é o quarto maior mercado de telecomunicações

O Brasil tem quase 260 milhões de linhas celulares. O país é o quarto maior mercado de telecomunicações do mundo, mas o serviço de telefonia móvel são os maiores alvos de reclamação dos consumidores.
Insatisfeita com a sua operadora de celular Michelle Fugimoto – analista de vendas, resolveu contratar uma nova empresa, mas algumas contas da antiga empresa, inclusive de produtos que ela não contratou, passaram a ser cobrados mesmo após a portabilidade. Quase 4 meses depois o problema continua “eu passei na operadora, na loja, e o atendente disse que eu deveria procurar o Procon por que eles não poderiam me ajudar” afirma a cliente.
No primeiro semestre deste ano as operadoras ocuparam o quarto lugar no ranking de reclamações do Procon de São Paulo, o maior do país, o numero de queixas cresceu 30% em relação ao mesmo período do ano passado.
A consumidora Aline Andrade – estudante, enfatiza: “já chegue a ficar quase um mês pra resolver problema com telefonia, pra trocar numero e recuperar”. Diego Santana – analista contábil – argumenta que “o maior problema de todos é a demora no atendimento e a queda de linhas”.
Mesmo com tantas falhas, o faturamento da telefonia do Brasil é um dos maiores do mundo. O país é o quarto mercado mundial, segundo um relatório recente da União Internacional das Telecomunicações (UIT). O levantamento mostra que a receita das empresas em 2009 passou de 78 milhões de dólares o que corresponde a quase 160 milhões de reais hoje.
As falhas no serviço fizeram a Anatel (Agência Nacional de Comunicações) suspender por um , em julho, a venda de chips de três operadoras. A Anatel deu prazo até novembro para as empresas melhorarem o atendimento às queixas dos clientes.
O Procon (SP) aconselha os consumidores a reclamar com as operadoras pelo telefone, utilizando o serviço de atendimento ao consumidor. É importante também registrar o numero do protocolo e em caso de problema não resolvido solicitar a cópia da gravação do atendimento. O Procon (SP) diz que é necessário que haja uma pressão pública e dos órgãos de defesa do consumidor para que as empresas de telefonia adotem um política de melhor atendimento aos consumidores.

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